quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Low Rider



Também conhecidos como os carros que “dançam”, os Low Riders surgiram nos anos 40, nos EUA, pelas mãos de jovens mexicanos, que procuravam uma alternativa para poder destacar-se, utilizando carros de baixo custo.


Na década de 50, os Low Riders deram seus primeiros passo. Com o passar dos anos as técnicas foram sendo aprimoradas e a Cultura Lowrider foi se difundindo.
A partir dos anos 70 ocorreu uma grande expansão dos Lowriders.

Em 1979, foi realizado na Califórnia a primeira feira oficial de Low Rider, a partir desse momento surgiram outros eventos, revistas, filmes, indústria de peças, lojas especializadas em Lowrider.

Essa cultura surgiu associada ao movimento Hip-Hop. Por isso, seu público cativo confunde-se com a galera do rap, do break e do grafite, técnica que influencia muito as pinturas exóticas feitas nos carros.

Em 1990, a mania se espalhou pelo mundo, e foi aí que os modelos ganharam tecnologia e estilo e a cultura passou a ser ligada ao hip hop.

Um destaque especial para o som e dvd, que ao longo dos anos passaram a ser itens de grande importância do orçamento, na hora de tunar o maldito, como os porta malas são gigantescos, os “low Riders” botam o chão para tremer ao som de hip hop.

O primeiro modelo nacional conhecido a utilizar esse sistema foi um Galaxie 1968. Isso aconteceu em 1997, mas a moda vem crescendo no País.

Atualmente a Cultura Low Rider esta presente em várias partes do mundo, como Japão, Europa, América do norte, latina e Brasil.

Há uma certa confusão entre Low Riders e modelos com suspensão pneumática. A principal diferença entre eles é que o primeiro utiliza um sistema hidráulico e o outro é movido por ar. A suspensão a ar tem como vantagem o molejo e o conforto, sem interferir no desempenho do veículo. Já a que equipa os Low Riders é rígida e funciona por pressão do óleo, o que deixa o carro inseguro acima de 70km/h.



Um comentário:

Nelma disse...

esses carros sao lindos...